Carlos Miguel é o jogador que mais atuou pelo Palmeiras na temporada, com 54 partidas, e falou em entrevista sobre o desgaste de disputar três competições ao mesmo tempo na reta final do ano. O goleiro volta nesta quarta-feira ao Maracanã, estádio onde estreou pelo clube há cerca de um ano, agora para o jogo de ida da semifinal da Libertadores diante do Fluminense.
Segundo ele, o grupo atual está mais maduro do que o de 2025, quando o clube passava por uma reformulação ampla do elenco. O goleiro avalia que a equipe tem hoje uma espinha dorsal definida e ajustes finos feitos, embora reconheça que não há garantia de título diante de adversários fortes.
A classificação nos pênaltis contra a LDU, nas quartas de final, foi citada como aprendizado. Carlos Miguel lembrou as dificuldades da altitude, do sono ruim e da velocidade da bola no Equador, além da desatenção após a vantagem inicial, que resultou no empate em campo.
O goleiro também destacou a rotina do grupo no dia seguinte a uma partida ruim, que segundo ele não muda em relação ao dia após um bom jogo, e elogiou o trabalho mental conduzido por Abel Ferreira. Para ele, o treinador tem leitura apurada até da posição de goleiro e apoia o elenco nos momentos bons e ruins.
Abel, porém, não estará à beira do gramado no Maracanã: ele cumpre suspensão pelo cartão vermelho recebido contra a LDU e só retorna no jogo de volta, marcado para o dia 21, em São Paulo.
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