Mauricio foi julgado pela 2ª Comissão do STJD por causa do lance em que atingiu o rosto do zagueiro Cacá, do Vitória, na partida de quarta-feira. O tribunal decidiu, por maioria, aplicar um jogo de suspensão convertido em advertência — ou seja, o jogador segue à disposição do Palmeiras.
A denúncia se baseava no artigo 254 do CBJD, referente a conduta violenta, com pena prevista de um a seis partidas. O relator Luiz Gabriel Batista Neves votou pela pena mínima convertida em advertência e, em nova manifestação, afirmou considerar inequívoco que o jogador deveria ter sido expulso, sugerindo que a arbitragem também fosse denunciada.
A defesa palmeirense pediu absolvição, argumentando que árbitro e VAR optaram apenas pelo cartão amarelo e que a CBF não puniu o árbitro Alex Gomes Stefano, escalado para outro jogo no fim de semana. Entre os auditores houve divergência: um sugeriu dois jogos, outra votou por um jogo sem conversão, e o presidente da comissão acompanhou o relator.
Mauricio já havia dito, após a vitória sobre o Fortaleza pela Copa do Brasil, que não teve intenção no lance. No mesmo jogo contra o Vitória, Cacá e Luan Cândido foram expulsos e depois punidos com um jogo cada — no caso de Cacá, também convertido em advertência. O presidente do Vitória, Fábio Mota, foi absolvido.
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